Massa, mariscos e um retorno com estilo!

Aquela sensação de voltar ao seu lugar de origem, quase que ao berço, sabe?

Estava longe da cozinha por um tempo, mas com muitas idéias na cabeça e vontade e inspiração de sobra. Por sorte, no mesmo dia as compras da feira renderam camarões e lagostins fresquinhos.

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Essa receita foi inspirada numa panqueca que comi em um restaurante, de camarão com molho vermelho e eu estava ansioso para jogar tudo na panela. Eu usei:

  1. Fusilli (parafuso) para duas pessoas;
  2. Molho de pimentões assados (pronto ou caseiro);
  3. Tomates pelados;
  4. Alho, cebola, sal, cheiro verde e manteiga
  5. Camarão à vontade;
  6. Lagostins de acordo com a fome e a gula 🙂

Bom, com a massa já na água, precisava aprontar o molho e o acompanhamento. Então vamos por partes:

Para o molho, primeiro frite os camarões e reserve. Na mesma frigideira, frite uma cebola bem picadinha, alho, sal e pimenta do reino com azeite e um pouquinho de manteiga. Os pimentões assados nesse caso foram de um molho pronto italiano que ganhei de presente, mas super fáceis de fazer também. Basta assar alguns pimentões (utilizei vermelhos) e quando estiverem bem macios, basta processá-los e levar ao fogo com alho, azeite e acertando o sal. Pronto.

Acrescentei duas colheres bem generosas do molho de pimentões e uma lata de tomates pelados, acertando o sal e a pimenta. Deixe reduzir para que fique um molho bem espesso e rústico. Acrescente os camarões novamente e reserve.

Os lagostins são super fáceis e rápidos de fazer. Em uma vasilha misture manteiga em temperatura ambiente, alho amassado à gosto, ervas à sua preferência, pimenta do reino e sal. Com os lagostins cortados no comprimento (vide fotos), espalhe a mistura da manteiga por cima e leve ao forno à 250º e pré aquecido por cerca de 10 minutos. Não deixe muito tempo ou eles passarão do ponto.

Massa no molho, e acompanhamento por cima. Salpique salsa fresca bem picadinha e parmesão ralado 🙂

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Para acompanhar, sugiro essa Colomba Witbier, não filtrada. Importada de Córsega, localizada no Mar Mediterraneo de administração Francesa.

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Tomate pra que te quero!

Em tempos onde o tomate tá mais caro que filé, essa receita tá valendo ouro!

Antes da super alta do nosso querido tomate, fiz essa receita onde mais uma vez a entrada virou prato principal. E em homenagem à chegada da sexta-feira pré-feriado, nada melhor que uma cerveja das boas e uma receita prática. pois até mesmo quem ama cozinhar, merece um descanso.

Primeiro passo: abra a cerveja.

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Colorado Indica – India Pale Ale

Agora a parte rica: os tomates!

Nesse dia usei um recheio de 3 queijos, no melhor estilo “pega o que tem na geladeira” e ficou ótimo. Após cortar a tampinha do tomate e retirar o miolo, temperei o interior com sal e pimenta do reino e coloquei creamcheese, muçarela e gorgonzola, intercalando cada um deles com folhinhas de manjericão, alecrim e uns pedacinhos de peito de peru defumado.

A cereja do bolo, pra finalizar:

Manda pro forno pra gratinar e pronto! Só comer Alegre

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Trilha de hoje que descobri e perdi no Lollapalooza:

Pra que prato principal?

É importante contar pra vocês de onde surgiu a idéia do blog. Não foi do coração e sim do estômago.
Como um bom cozinheiro que ainda pretendo ser, sou primeiramente bom de garfo. Adoro comer, ler sobre comida e ver fotos então nem se fala.

Porém sempre que imaginava falar sobre isso, tinha certeza que não falaria sobre medidas, técnicas ou rendimentos em porções. Falaria sobre sentimento e inspiração.
Essa é minha técnica, o que me dá vontade de tirar mil coisas da geladeira e passar horas ali cortando e preparando tudo até a montagem do prato, pra matar de fome
os amigos e principalmente minha namorada.

Meu fogão vive basicamente quatro tipos de aventuras: aquela de cozinhar para os amigos, com petiscos e bebidas antes do prato esperado, a enorme responsa de
cozinhar pra família, sob supervisão curiosa da minha mãe (minha outra professora de culinária), com mais frequência pra namorada (que também merece um post só
dela) e aquela onde eu posso errar, queimar, ensaiar e comer sem etiqueta, que é quando cozinho só pra mim.

Nessa última, só eu e o bendito fogão, constumam sair as receitas novas, que ainda precisam de um cobaia. Mas mais do que isso, são um momento de relaxamento total,
um hobby e uma paixão. E por isso mesmo, as vezes basta uma boa entrada e uma boa cerveja gelada e uma varanda pra aproveitar essa belezura.

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Nessa em especial, fiz umas bruschettas, que diga-se de passagem fazem sucesso com a sogra. Bjo pra sogra 😉

– Pão (preferencialmente algum que tenha um miolo mais rígido, tipo pão italiano)
– Tomate italiano sem sementes e cortado em cubinhos
– Queijo (já usei muçarela e parmesão – relaxa que fica ótimo, afinal é QUEIJO)
– Alho, majericão, sal e azeite

Fatias de pão devidamente cortadas, recomendo passar um dente de alho sobre elas ou um cremezinho de alho com manteiga, azeite e ervas que também fica sensacional. Já fiz assando os tomates junto com o pão ou colocando eles sobre o pão depois, bem como o queijo.

Mas então, relaxa que vai dar tudo certo, porque jamais nessa vida, combinar tomate, queijo e manjericão pode dar errado.

Trilha da vez: http://grooveshark.com/s/I+Could+Die+For+You/2VAUon?src=5